lib.med.br >
Dr Marco Antonio de Castro Olyntho Junior
Quando um oftalmologista examina o fundo do olho de um paciente ele está vendo ao vivo e em cores uma parte muito bem protegida do nosso corpo, o cérebro. A nossa visão começa com a captação das imagens que vemos por células especiais chamadas fotorreceptores. Quando a luz as atinge desencadeia uma cascata de reações químicas que fará com que este estímulo se transforme em impulsos elétricos que viajarão pelas fibras nervosas. Estas fibras, que são como fios elétricos, se conectam com os fotorreceptores e conduzem estas informações até o cérebro, mais precisamente para o lobo occipital, que fica na porção mais posterior do cérebro, onde as informações recebidas serão interpretadas, analisadas e comparadas com o que já temos armazenado, e somente após tudo isso, que ocorre em milionésimos de segundo, é que realmente vemos.
[Mais...]
Estamos comemorando este mês o dia dos Pais e nada mais justo que presentearmos àquele que nos mostra o mundo e nos dá força nos momentos de tormenta, e para estes que recebem esta dádiva o maior presente é ter a familía reunida. Para nós filhos é momento de confraternizar com quem se dedicou para a nossa formação, e que muitas vezes já não podemos contar no dia a dia devido ao fluxo natural da vida.
É um momento importante para observarmos como nossos velhos estão vivendo, suas necessidades e dificuldades, que não imaginamos devido a idealização natural de nossos super-heróis. O passar dos anos nos impõe restrições nos pensamentos, no deambular, na iniciativa e literalmente, na forma como vemos o mundo.
[Mais...]
Muitas vezes não imaginamos que as mudanças climáticas podem trazer problemas para os olhos. Temos o costume de protegê-los somente no verão quando expostos ao sol, pois o calor aumenta o desconforto pela exposição excessiva. Mas a influência do sol não diminui no resto do ano, portanto devemos manter os mesmos cuidados do verão.
[Mais...]
O tratamento clínico do glaucoma fundamenta-se, entre outras coisas, na técnica adequada do uso de colírios hipotensores. No entanto, estudos já realizados demonstram que a grande maioria dos pacientes portadores de glaucoma efetua a instilação dos colírios de modo incorreto(1-2).
Costa et al(3) realizaram um estudo em que verificaram a técnica da instilação de colírios em pacientes com glaucoma. Observaram que 18% dos pacientes de sua pesquisa utilizaram duas ou mais gotas por instilação. Notaram, também, que apenas 23% deles permaneceram com os olhos fechados ou fizeram oclusão do ponto lacrimal após instilarem.
[Mais...]
|